Marcondes Gadelha é indicado pelo PSC para apurar acusações contra Feliciano

O ex-deputado paraibano Marcondes Gadelha foi indicado pelo PSC para coordenar uma comissão interna que vai apurar as acusações de assédio sexual, tentativa de estupro e agressão contra o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP). A jornalista Patrícia Lelis, de 22 anos, ex-militante do PSC Jovem é a autora da denúncia e também acusa outros políticos do PSC, incluindo o presidente nacional da sigla, Pastor Everaldo, de perseguição e oferta de dinheiro em troca de silêncio.  A informação é da edição online do jornal Estadão.

De acordo com a reportagem, Patrícia relatou que, em 16 de junho, procurou por ajuda no partido, mas teria ouvido como resposta uma proposta para receber dinheiro em troca do seu silêncio. A oferta teria sido feita pelo Pastor Everaldo, que foi candidato à Presidência da República em 2014. “O Pastor Everaldo me deu uma sacola de mercado cheia de dinheiro e disse que era para eu ficar quieta”, disse Patrícia. Segundo ela, Everaldo também a ameaçou de morte. Teria também participado da reunião o deputado federal Gilberto Nascimento (PSC-SP).

Em resposta ao Estadão, Pastor Everaldo disse o tema será debatido na sigla na terça-feira e que será criada uma comissão interna para averiguar o caso, coordenada pelo deputado federal Marcondes Gadelha (PSC-PB). “Essa pessoa que está falando aí eu nunca recebi sozinho. Recebi uma única vez na sede do partido. Não conheço essa história. Não sei do que se trata”, disse Everaldo.

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