Homossexual diz que clientes são seduzidos pelo rebolado e diz que fez sexo com dois revólveres na cabeça: “Isso não é vida”

Encontrar uma garota de programa, disposta a passar algumas horas com um homem em um hotel, é algo fácil na cidade de Sousa. São mulheres, travestis e homossexuais de várias cidades do Sertão e até mesmo de outros estados em boates de Sousa.

As mulheres que cobram de R$ 50 à R$ 70 por cada hora de sexo frequentam a boate diariamente. Elas revelaram que cerca de 90% dos homens casados são os clientes Vips do barzinho e estão sempre em busca de prazer com as garotas de programa na cidade de Sousa. Se o programa for fora do barzinho o cliente paga mais caro para sair com qualquer mulher.

Um dos homossexuais que se identificou como Samanta, diariamente frequenta a boate e falou que atrai clientes pelo rebolado, e que cobra R$ 50 por cada programa. Samanta revelou que saiu para um motel para fazer um programa e foi surpreendido por dois homens armados, e teve que fazer sexo com dois revólveres apontados para a cabeça.

“Eu fui com duas amigas travestis para um motel, mas elas me deixaram só com dois homens e fui ameaçado com armas na minha cabeça,  tive que manter relação sexual com os dois, só assim eles me liberaram”, revelou Samanta.

A maioria das mulheres e homossexuais afirmaram que a falta de oportunidade no mercado de trabalho fez com que elas entrassem no mundo da prostituição para se garantirem financeiramente.

“Eu arrisco minha vida, não quero saber quem é o cliente, o que importa é o dinheiro. Ganho meu dinheiro, mas não sou feliz com o que faço. Pensando bem, isso não é vida para ninguém”,  concluiu Samanta.

DIÁRIO DO SERTÃO

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