Autora de carta contra dom Aldo não recuou de acusações, diz advogado

O advogado Iarley Maia (foto), que defende a senhora Mariana José Araújo da Silva, autora da carta que denuncia atos homossexuais dentro da Arquidiocese da Paraíba, envolvendo o arcebispo Dom Aldo di Cillo Pagotto, entrou em contato com a reportagem doPortal MaisPB, na manhã desta quarta-feira (28), para esclarecer depoimento prestado pela sua cliente à Polícia Civil em João Pessoa.

Segundo o advogado, “no dia 20 de agosto de 2015, de fato, a senhora Mariana prestou, desacompanhada de qualquer defensor, em momento de clara fragilidade, depoimento na primeira delegacia seccional de Polícia Civil da Capital, onde negou ter escrito a carta, os termos dela, conhecer alguns religiosos envolvidos, dentre outras afirmações insertas na carta”.

“Todavia, por estranhas razões, que aqui não me cabe comentar, pelo fato de não advogar para ela à época, a senhora Mariana prestou um depoimento distante da realidade e divergente da própria missiva que escreveu, negando fatos ali expostos”, afirmou o advogado.

Iarley Maia disse que “o primeiro depoimento é inconsistente e não condiz com a verdade, tanto é que foi modificado, onde a senhora Mariana, em momento posterior, negou todos os termos das primeiras declarações, reafirmou a íntegra da carta escrita e afastou qualquer possibilidade de manipulação com as atitudes dela, tendo agido somente com a consciência e fé cristã”.

Apesar das declarações, o advogado disse que “o novo depoimento não será divulgado, pois o Código de Processo Penal impõe ao inquérito policial, dentre outras situações, o sigilo”.

MaisPB

O advogado Iarley Maia (foto), que defende a senhora Mariana José Araújo da Silva, autora da carta que denuncia atos homossexuais dentro da Arquidiocese da Paraíba, envolvendo o arcebispo Dom Aldo di Cillo Pagotto, entrou em contato com a reportagem doPortal MaisPB, na manhã desta quarta-feira (28), para esclarecer depoimento prestado pela sua cliente à Polícia Civil em João Pessoa.

Segundo o advogado, “no dia 20 de agosto de 2015, de fato, a senhora Mariana prestou, desacompanhada de qualquer defensor, em momento de clara fragilidade, depoimento na primeira delegacia seccional de Polícia Civil da Capital, onde negou ter escrito a carta, os termos dela, conhecer alguns religiosos envolvidos, dentre outras afirmações insertas na carta”.

“Todavia, por estranhas razões, que aqui não me cabe comentar, pelo fato de não advogar para ela à época, a senhora Mariana prestou um depoimento distante da realidade e divergente da própria missiva que escreveu, negando fatos ali expostos”, afirmou o advogado.

Iarley Maia disse que “o primeiro depoimento é inconsistente e não condiz com a verdade, tanto é que foi modificado, onde a senhora Mariana, em momento posterior, negou todos os termos das primeiras declarações, reafirmou a íntegra da carta escrita e afastou qualquer possibilidade de manipulação com as atitudes dela, tendo agido somente com a consciência e fé cristã”.

Apesar das declarações, o advogado disse que “o novo depoimento não será divulgado, pois o Código de Processo Penal impõe ao inquérito policial, dentre outras situações, o sigilo”.

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